triangulação
Fruto de toda orientação e dos objectivos definidos desde o início do período iniciaram-se hoje as avaliações, o balanço dos trabalhos desenvolvidos.
A avaliação do período, que espero reforçar e sustentar no decorrer do próximo, assenta na triangulação entre três elementos.
1. na organização e análiese do portólio individual do aluno;
2. na redacção de um relatório crítico sobre o desempenho individual e a sua progressão no período; e
3. preenchimento de uma grelha de auto-avaliação, definida pelo professor, onde se procuram analisar e avaliar três áreas de trabalho, participação, empenho e colaboração.
O primeiro momento decorreu hoje e tenho que reconhecer que, face ao perspectivado, apenas denotei dois desvios (em 22 alunos), um por excesso outro por defeito.
Como devo destacar as referências feitas no relatório crítico. Perspicácia, acutilância, pertinência e reconhecimento, claro e objectivo, do que foi feito por cada aluno em particular.
Esta proposta metodológica permite-me duas situações.
Por um lado, permite deslocalizar o processo de avaliação para o aluno, envolvê-lo e responsabilizá-lo por aquilo que fez, faz ou que apresenta como resultado da sua participação (ou ausência dela) na disciplina. Não significa que o professor fique sem esta componente, por muitos considerada fundamentalno processo de ensino-aprendizagem. Significa apenas confrontar o aluno com o resultado do seu trabalho.
Por outro, permite também alicerçar outros mecanismos na construção de um sentido próprio, individual ao trabalho escolar e disciplinar, como permite, ao mesmo tempo, fundamentar uma ideia ao trabalho que o aluno desenvolve.
No âmbito dos comentários (do relatório crítico) foi destacado por diferentes alunos o claro e expresso reconhecimento que estas metodologias permitem acrescentar ao seu rendimento e à definição de objectivos mais ambiciosos.

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