Avaliação constante
É um tema que me é caro e perante o qual reconheço toda a pertinência e utilidade na e para a construção de um sentido ao trabalho desenvolvido pelo aluno.
Na semana passada senti necessidade, numa turma, de efectuar um ponto de situação relativamente ao trabalho desenvolvido, quer no seio do grupo (como é que se organizam, como é que dividem tarefas e objectivos) quer ao produzido (rendimento, o que se faz, o que acontece entre o princípio e o final da aula, qual o resultado obtido desse tempo).
No final da aula, criei uma tabela de dupla entrada onde se alinham os grupos e três indicadores de avaliação:
1. Situação - capacidade de organizar o trabalho, relacionamento e entendimento do grupo, distribuição de tarefas;
2. Rendimento - juizo sobre o que se produziu, o que se fez, quantidade e, particularmente, quantidade, número de respostas, textos produzidos, obstáculos ultrapassados e
3. avaliação - expressa apenas em sinais de +, - e =, resultado os dois indicadores anteriores mas também com referência ao resultado obtido no final do 1º período.
Depois de utilizada no primeiro grupo/turma, tenho que assumir que os resultados superaram, e muito, as expectativas. O pessoal reconhece-se na avaliação e no ponto de situação feito. Procura obter sinais positivos em face da sua situação e do rendimento obtido.
Por outro lado, permite corrigir uma ou outra situação, compreender como estamos, o que se tem de fazer, o que há que fazer para melhorar, para alcançar os objectivos inicialmente definidos.
Foi, para o momento, uma clara e objectiva mais valia no processo de trabalho.

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