9.11.04

desconstrução

ontem, em conversa com a funcionária da biblioteca da escola, que se confronta com a orda de pessoal que se descloca da sala para aquele espaço, na tentativa de encontrar ideias e respostas, consegui racionalizar uma das ideias que norteia o processo de trabalho, a desconstrução, ou a constatação das ignorâncias, do desconhecido.
Nessa pequena conversa constatei da necessidade de confrontar o aluno com aquilo que não sabe, com a eventual necessidade de perceber a necessidade de construção do seu conhecimento, de cortar com o dado e se confrontar com o construído.
Não é uma ideia nem fácil, nem simples, uma vez que a generalidade das pessoas tem alguma relutância em lidar com os limites da sua ignorância, mais ainda uma crinça com clara pretensão que tudo sabe e tudo domina ou que a net dá e tem todas as respostas.
Mas pode ser útil, deve ser prático e utilitário, no sentido de ao longo deste 1º período se desmontar a nossa ingorância para que ao longo do 2º possamos construir um modo de actuação, criar padrões de trabalho, definir um modelo de construção do conhecimento (neste caso) histórico.