11.3.05

alterações

Neste momento, entre o balanço de final de período (ainda muito incompleto) e as persepctivas e arranjos de um outro, confronto-me com duas situações que preciso de modificar.
Por um lado, pretendo assegurar uma maior diferenciação ao trabalho que o aluno desenvolve - prentendo manter a diferenciação apenas ao nível de processos e produtos, mantendo ainda comum objectivos e conteúdos, por considerar que não existe razão objectiva que justifique a diferenciação destes dois elementos.
Já defini que irei entregar pequenas questões, para desenvolver na sessão (ao nível de 7º ano) ou da semana (8º). Resolvidas umas, serão disponibilizadas outras de modo a avançar no conhecimento e no tratamento de novos conteúdos. Esta metodologia permitirá, em princípio, diferenciar ritmos quanto aos processos, assegurar uma diferente dinâmica de grupos e, mesmo, garantir a possibilidade de trabalho individualizado (o que tenho dúvidas que suceda).
Não sei, ainda tenho muitas dúvidas, no modo de garantir que o aluno não deixa acumular conteúdos e opta por realizar fichas de avaliação com a regularidade necessária a um desempenho positivo (a quantidade de questões - de conteúdos - não ficaria dependente do professor mas do trabalho desenvolvido pelo aluno); mas tenho dúvidas em como o assegurar;
Por outro lado, já defini uma maior articulação entre produtos, isto é, entre o desenvolvimento das fichas de trabalho e a realização de trabalhos práticos.
Este período procurei, já no final, que existisse uma muito maior aproximação entre um e outro, mas, na generalidade dos grupos, falhou - apenas o consegui em dois ou três grupos.
Como há que apoiar e clarificar a utilização do portfólio como instrumento de avaliação do trabalho desenvolvido. Quer referente a produtos, quer no referente à construção de sentidos ao trabalho escolar.