Um esquema

Há medida que fundamento uma prática, consolido também uma eventual proposta conceptual. Depois de algumas leituras e de alguma orientação, de uma pesquisa mais ou menos orientada (nomeadamente para a procura de um possível e eventual enquadramento) deparo-me com este esquema.
Quatro cantos que são os modos de encarar este processo. Por um lado a educação enquanto participação, a escola inclusiva, o professor reflexivo e a avaliação como elemento regulador e aferidor das dinâmicas e das necessidades de re-ajustes e re-pensamentos, isto é, do re-equacionar o trabalho desenvolvido, a prática implementada, o feedback do aluno, da família e dos colegas de conselho de turma.
Esta conjugação permitirá, em hipótese, considerar o conhecimento enquanto construção social, fruto de dinâmicas de trabalho e da construção de sentidos ao trabalho que se desenvolve.
Este eventual enquadramento pressupõe também uma deslocação dos centros de organização e atenção da escola, que deixam de estar centrados no professor, para se centrarem no aluno, nos seus interesses, na procura de gostos, vontades e disponibilidades.


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